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A vibração do Amarelo

23 nov

Como negar a alegria ao ver esta cor? Ela fala por si só!

Não disse!! rs

Vamos dar uma olhada em alguns exemplos de ambientes.

Salas amarelinhas ou com um toque de amarelo

Ficaram bem diferentes estas Cozinhas!

Acho que vou pintar o meu quarto também!

Até no Banheiro vai bem!

Hall e uma decoração de mesa.

O amarelo cítrico fica maravilhoso e bem moderno se for usado com cinza ou preto+branco.

Já o amarelo quase gema na companhia de tons neutros, como beges ou cinza mais escuro, ficam ainda mais nobres.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Amarelo

O significado do amarelo

O amarelo é uma cor que contribui para a felicidade. É uma cor brilhante, alegre, que simboliza o luxo.

Associa-se com a parte intelectual da mente e a expressão de nossos pensamentos.

É portanto, o poder de discernir e discriminar, a memória e as idéias claras, o poder de decisão e capacidade de julgar.

Também nos ajuda a organizar-nos, a assimilar as idéias inovadoras, e contribui para a habilidade de ver e compreender os diferentes pontos de vista.

Palavras chaves da cor amarela: felicidade, alegria, inteligência, inovação, energia, sol, fortaleza, poder.

 

Paleta de Cores

16 out
 
Um site pra vc se divertir!!!
 

Cores

14 mai
A cor resulta da existência da luz.
 

Portanto, com a ausência de luz não existem cores, existe apenas a cor negra.

A luz do Sol contém vários tipos de radiações que constituem o espectro electromagnético. E cada comprimento de onda corresponde a um tipo de radiação.

Apenas uma pequena faixa da radiação é captada pelos nossos olhos, varia entre os 400 e os 700 nanómetros e é designada pelo Espectro Visível (fig.1).

Figura 1

Qualidades da cor

Tom
Quer dizer coloração da cor. 

Dependente do tom, pode denominar-se de azul, amarelo, vermelho, etc.

Luminosidade

Está directamente relacionado com o grau de clareza, ou seja, quantidade de luz.

Por exemplo o branco é luminoso e o preto não tem luz.

A cor mais luminosa é o amarelo e a de menos luminosidade é o violeta.

Saturação

A saturação máxima de uma cor é atingida quando corresponde ao seu comprimento de onde no espectro visível, podendo denominá-lo assim de tom puro.

Como exemplo do vermelho mais saturado temos o magenta.

Contrate da cor

Contraste de Cor em si

Segundo Itten é o contraste entre cores saturadas. Temos como exemplo o contraste de cores fundamentais a fig.1.

Figura 1

Este contraste é mais relevante quando as cores são separadas por bandas negras ou brancas (fig.2)

 

Figura 2

Temos como exemplo, dentro da pintura moderna, algumas obras de Matisse (fig.3), Kandinsky (fig.4) e Mondrian (fig.5)

Figura 3 - Henri Matisse. “Harmonia em vermelho”. 1908-9

Figura 4 – Wassily Kandinsky. Esboço para a “Composição VII”, 1913

Figura 5 – Piet Mondrian. “Composição com Vermelho, Azul e Amarelo”,1930

Contraste Claro-Escuro

Este contraste é conseguido utilizando o branco, o negro e a gama de cinzentos entre estes dois tons (fig.1).

 

Figura 1

Relativamente ao círculo cromático o eixo principal claro escuro é definido pelos polos amarelo (cor mais clara) e azul- violeta (cor mais escura).

Temos muitos exemplos nas grandes escolas do claro escuro de Itália e Espanha, na pintura renascentista, onde a relação do claro escuro é muito importante. E na arte moderna “A Guernica” de Picasso (fig.2).

Figura 2 – Pablo Picasso. “ Guernica”, 1937

Contraste Quente-Frio

O contraste do quente e do frio diz respeito a determinadas zonas de valores em relação a todo o seu envolvimento e vice-versa.

A gama de tons frios estão dentro do semi-círculo do lado do azul ciano situado entre o amarelo e o azul violeta. E os tons quentes estão situados entre os tons mencionados anteriormente e incluindo o amarelo opostamente aos tons frios (fig.1).

Figura 1

Quanto ao azul violeta poderá ter comportamentos diferentes, funcionar como tom frio num conjunto de tons frios (fig.2) e como tom quente num conjunto de tons quentes (fig.3).

Figura 2

Figura 3

Temos também como exemplo da utilização do contraste de cores quentes e frias um quadro de Cézane como mostra a figura 4.

Figura 4 – Paul Cezáne. "Natureza Morta", 1890-1894

Contraste de Cores Complementares

Este contraste obtemos a partir do confronto de cores complementares, temos como exemplo as figuras 1, 2 e 3.

Figura 1

Figura 2

Figura 3

Para Itten a mistura destas cores deverá dar origem a um cinzento.

Dentro das experiências feitas com a luz (mistura aditiva), as cores complementares somadas dão o branco (fig.4).

Figura 4

Temos como exemplo uma pintura de Van Eyck (fig.5)

 

Figura 5 – Jean Van Eyck. “Retrato de casamento”,1434

Contraste Simultâneo

Este contraste está relacionado com o contraste de complementares. Temos como exemplo a figura 1, onde verificamos depois de olharmos para um quadrado de cor cinzenta colocada em cima de outro quadrado com uma cor de fundo saturada tende a ganhar tonalidades (fig.2) dessa mesma cor saturada (não acontece apenas com cores saturadas).

Figura 1

Figura 2

Contraste Sucessivo

Se fixarmos uma barra de uma determinada cor sobre um fundo branco e após um certo tempo colocarmos uma folha branca à nossa frente sem mudarmos a posição da cabeça, verificamos que no lugar do quadrado continuamos a ver outro com as mesmas dimensões, mas com a cor complementar.

Este contraste depende essencialmente da nossa vista que exige a cor complementar alterando assim as sensações visuais.

Contraste de Qualidade

O contraste de qualidade consiste na modificação do tom da cor, da sua saturação e da sua luminosidade por:

- mistura com o branco (fig.1);

- mistura com o negro (fig.2);

- mistura conjunta com o negro e com o branco;

- mistura com a cor complementar.

Figura 1

Figura 2 – Mistura gradativa do vermelho com o negro e do amarelo com o negro

Temos como exemplo uma pintura de Klee (fig.3).

Figura 3- Paul Klee. " Parque perto de Lu(cerna),1938

Contraste de Quantidade

Este contraste está relacionado com as porções de cor utilizadas. A cor tem um papel decisivo, não só na pintura como também na arquitectura de interiores, decoração de interiores, espaços urbanos, espectáculos, cartazes, folhetos, etc.

Procura-se o equilíbrio entre as manchas de cor que dependem directamente de dois aspectos: dimensão da mancha e luminosidade da mesma.

As diferenças no que diz respeito ao valor lumínico são bastante óbvias, mas a quantificação numérica desses valores é mais complicada.

Itten seguiu a escala de Goethe que estabeleceu por aproximação os seguintes valores relativos ao círculo cromático (fig.1): 6 para o verde, 4 para o azul, 3 para o violeta, 9 para o amarelo, 6 para o vermelho e 8 para o laranja. A partir deste estudo poder-se-á obter a dimensão mais equilibrada das respectivas cores (fig.2).

Figura 1 – Círculo harmonioso em termos quantitativos

Figura 2 – Bruegel, o velho. “Paisagem com as Ruínas de Ícaro”

Mistura Aditiva

A mistura aditiva acontece quando se consegue obter a mistura dos raios luminosos refractados (as sete cores do espectro solar) produzindo assim a cor branca. O facto de uma cor resultar da soma de outras, não perdendo as suas qualidades, é que dá o nome a esta mistura (fig.1).

Figura 1

Foi Newton que no séc.XVII decompôs a luz branca em luz colorida. Para realizarmos a experiência de Issac Newton basta incidir luz branca num prisma de vidro ou acrílico e projectá-lo numa superfície branca para podermos obter as sete cores do arco-íris (fig.2).

 

Figura 2 – Esquema da experiência de Issac Newton. Decomposição da luz branca em luz colorida.

A síntese aditiva resulta numa mistura de luzes coloridas, que constituem o espectro visível. Por exemplo se projectarmos num ecrã branco, luz verde e luz vermelha temos como resultado a cor amarela e se ainda sobrepusermos o azul dá o branco (fig.3.

Figura 3

Os impressionistas utilizam abundantemente as leis do contraste simultâneo da decomposição óptica da luz. Eles usam as cores puras, por justaposição, que misturadas e observadas a uma certa distância provocam uma exaltação da luminosidade em termos ópticos (fig.4).

 

Figura 4- Claude Monet. “O Lanche”, 1873

Mistura Aditiva na Impressão de Imagens

Uma experiência que nos ajuda a identificar o efeito na fusão das cores é através no movimento do círculo cromático, que resulta na cor branca, teoricamente, porque na prática o que se obtêm é uma cor clara e uniforme, próxima do branco. Este efeito acontece porque a visão humana não consegue acompanhar o movimento de cada uma das cores fazendo assim a mistura óptica de todas as cores.

No que diz respeito a uma imagem impressa, verificamos quando observamos mais próximo que a cor que vimos a uma certa distância é de facto composta por pequenos pontos de duas ou mais cores, como a nossa visão não consegue vê-los, mistura as cores dos pontos resultando assim numa outra.

Como exemplo temos um quadrado cor de laranja com pequenos pontos violeta (fig.1), se fecharmos ligeiramente os olhos conseguimos ver um tom próximo do magenta. A cor é obtida pela mistura óptica do violeta com o laranja – mistura aditiva.

 

Figura 1

O cinzento, como exemplo na figura 2, resulta da mistura óptica dos minúsculos pontos magenta azul ciano e amarelo e ainda do fundo branco como mostra a ampliação ao lado.

 

Figura 2

Mistura Subtractiva

A tintas contêm pigmentos coloridos, que tem a capacidade de seleccionar a luz que nelas incide. Quer dizer que quando o pigmento é vermelho, tem a capacidade de absorver todas radiações excepto as vermelhas.

A mistura subtractiva de duas cores vai resultar numa cor, ou tom, menos luminosa relativamente às duas que a formam.

Por exemplo se à tinta verde juntarmos tinta vermelha, a resultante não consegue reflectir nenhuma das cores que a constituem.

A mistura subtractiva de todas as cores tende para o negro, em termos teóricos, enquanto que na prática, devido à qualidade das tintas, se obtêm uma cor suja e pardacenta (fig.1).

Figura 1

Cores Primárias e Secundárias

Existem vários sistemas de classificação das cores. O sistema trenário é o mais utilizado e tem como base três cores primárias a partir das quais se obtêm da mistura duas a duas proporcionalmente as secundárias e desproporcionalmente outras possibilidades de tonalidades.

Dentro da mistura subtractiva temos como cores puras o azul ciano, o amarelo e o magenta, as secundárias o vermelho, o verde e o violeta (fig.1).

Figura 1

Harmonias cromáticas

Segundo Itten, a harmonia das cores deve estar relacionado com o equilíbrio e a simetria de porções, e a sua utilização deverá ser feita como uma lei objectiva.

A procura de uma harmonia na utilização das cores deve ser um objectivo de trabalho para qualquer profissional que utilize a cor.

O conhecimento das leis que proporcionam uma harmonia cromática pode ajudar-nos a encontrar o equilíbrio na cor, como também a ultrapassar os seus limites por forma a atingir uma maior qualidade expressiva.

A harmonia cromática pode ser conseguida quando o conjunto de cores utilizadas completa o espectro, ou seja, quando se utiliza dois grupos de cores que são complementares.

Se consideramos um círculo cromático de 24 cores, e considerarmos duas no mesmo diâmetro, quaisquer que sejam, são cores harmónicas, também designadas por parelhas cromáticas (fig.1).

 

Figura 1 – Círculo cromático de Ostwald, determinação de pares harmónicos

Também poderemos considerar cores harmónicas as cores situadas nos vértices de um triângulo equilátero, de um quadrado ou de um hexágono, independentemente do seu posicionamento dentro do círculo cromático (fig.2).

Figura 2

Uma outra forma de conseguirmos uma harmonia ao nível da cor será determinar um diâmetro de uma esfera cromática (fig.3), definindo assim duas cores complementares e portanto duas cores harmónicas. Poderemos determinar outro conjunto de cores harmónicas se considerarmos um triângulo equilátero, um quadrado ou um hexágono, desde que o centro da circunferência circunscrita coincida com o centro da esfera (fig.4). E ainda se considerarmos cores posicionadas em vértices de poliedros regulares (tetraedro, cubo, octaedro, dodecaedro e icosaedro), desde que inscritos na esfera.

Figura 3

Figura 4

Harmonia Monocromática

 Acontece quando o conjunto de cores de uma composição varia dentro de uma cor com vários tons ou de uma cor conjugada com cores neutras (fig.1).

 

Figura 1 – Rembrandt. “Paisagem”, cerca de 1654. Pena e bistre.

Harmonia de Tons Vizinhos no Círculo Cromático

Procura-se a harmonia de tons próximos dentro do círculo cromático ou ainda a conjugação com cores neutras, como sejam os castanhos e os cinzentos (fig.2).

Figura 1 – Morris Louis. “Beth Feth”,1958. Pintura acrílica em tela.

Harmonia das Cores Complementares

Procura-se um equilíbrio entre cores opostas no círculo cromático. Por exemplo a conjugação de tons de verdes com diversos tons de quentes (fig.1).

 

Figura 1 – Pieter Bruegel, o Velho. “Casamento de camponeses”, c. 1565.

Harmonia por Saturação

Consegue-se juntando uma cor única às outras utilizadas na composição. Como exemplo temos a figura 1.

Figura 1 – Simone Martini e Lippo Memmi. “A Anunciação”, 1333. Pintura de altar

Cículo Cromático

As cores que normalmente encontramos no Arco-iris são: Vermelho, Laranja, Amarelo, Verde, Azul, Índigo e Violeta…esta é a Paleta da Natureza
Tradicionalmente por conveniência e para efeitos de estudo, estas cores são organizadas num círculo de 6 cores (excluindo o Índigo) denominado "Circulo Cromático" disco ou roda das cores.

O disco cromático não é um instrumento científico de classificação de cores, mas é muito útil no entendimento da teoria das cores e geralmente usado para estudar as cores-pigmento.

Independentemente dos atributos físicos das tintas, é necessário conhecer as propriedades das cores de forma a podermos resolver e fazer a melhor a escolha e mistura das cores à hora de pintar.

Neste círculo cromático podemos diferenciar claramente as denominadas cores primarias, cores secundarias, valores e complementares.

 
As cores complementares são aquelas que se localizam diametralmente opostas no círculo cromático O complemento de uma cor primária será uma cor secundária. O complemento de uma cor secundária será uma cor primária.
O complemento de uma cor intermédia será outra cor intermédia.

Para definir as cores complementares é muito útil a seguinte dica: O complemento de uma cor primária é a cor resultante da mistura das outras duas cores primárias.

Por exemplo, a cor complementar do vermelho, será o verde, porque esta cor se obtêm a partir da mistura das outras duas cores primarias que não o vermelho, ou seja, o azul e o amarelo.

O complementar de uma cor secundária e aquela cor que não interveio na obtenção de dita cor.
Assim o complementar da laranja será o azul, isto é a cor que não interveio na formação da laranja.

As cores complementares são usadas para dar força e equilíbrio a um trabalho criando contrastes.
Raramente se usa apenas cores complementares num trabalho, o efeito pode ser desastroso, mas em alguns casos é extremamente interessante.
Os pintores figurativos em geral usam as cores complementares apenas para acentuar as outras criando assim, equilíbrio no trabalho.

Quando duas cores complementares se misturam, o resultado é uma cor neutra ou cinzenta.
Podemos até obter o preto quando as proporções das cores misturadas são iguais

O conhecimento deste comportamento das cores complementares, é muito útil para produzir gamas de cinzentos com a tonalidade desejada.

Isto é, se desejamos obter uma gama de cinzentos azulados, misturamos a cor azul com o seu complementar laranja variando os valores até obter a gama desejada.
Se quisermos tirar a "potência" de um amarelo, basta acrescentar-lhe certa quantidade de violeta até que neutralizando-o em um tom de cinza, até chegar ao preto.
Por exemplo, para produzir preto, teoricamente teríamos que misturar quaisquer duas cores complementares, no entanto, a forma mais efectiva de obter o negro é misturando o verde viridiam e o carmim.

Cabe notar que se duas cores complementares não se misturam intimamente mas sim se colocam em forma de pinceladas ou justapostas em lugar de se destruírem e acinzentar, estas cores se intensificam e potenciam mutuamente.
Vale lembrar que as cores complementares são as que mais contrastes entre si oferecem, sendo assim, se queremos destacar um amarelo, devemos colocar junto dele um violeta.  

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